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Acaso Contingente: Ponto de (Des)Encontro entre Fé e Ciência

Acaso Contingente: Ponto de (Des)Encontro entre Fé e Ciência

Panão, Miguel R. Oliveira. “Acaso Contingente: Ponto de (Des)Encontro entre Fé e Ciência.” Revista Portuguesa de Filosofia 68, no. 1–2 (2012): 205–22. DOI 10.17990/RPF/2012_68_1_0205.

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  • Acaso Contingente: Ponto de (Des)Encontro entre Fé e Ciência

    Author Miguel R. Oliveira Panão
    Rights © 2015 Aletheia - Associação Científica e Cultural | © 2015 Revista Portuguesa de Filosofia
    Volume 68
    Issue 1-2
    Pages 205-222
    Publication Revista Portuguesa de Filosofia
    ISSN 0870-5283; 2183-461X
    Date 2012
    DOI 10.17990/RPF/2012_68_1_0205
    Language Portuguese
    Abstract Resumo O fenómeno evolução tem sido um dos maiores desafios para o diálogo entre fé e ciência. Se o mundo evoluiu por acaso e necessidade, haverá espaço para a acção de Deus? Se não houver, será então que Deus existe? Será o ‘acaso’ mais do que mera aleatoriedade? No diálogo entre fé e ciência, o ‘acaso’ significa também uma oportunidade para a emergência de novidade. Se o designarmos por “acaso contingente”, fé e ciência em diálogo interpretam-no como uma “condição relacional criativa” na base de um mundo em evolução. No que diz respeito à relação entre a acção de Deus e a evolução, a chave de leitura proposta é: se Deus amou e, por isso, criou, o mundo quis responder a esse amor e, por isso, evoluiu? Ao entendermos a evolução como a resposta do mundo natural ao amor de Deus, um novo contexto emerge onde o acaso e a necessidade não implicam um mundo indireccionado, sem qualquer finalidade, mas sim um mundo livre dentro das suas condições de possibilidade, dirigido ao amor cuja finalidade é chegar à plena comunhão com Deus. Palvras-chave : acaso, Chiara Lubich, John Zizioulas, contingência, evolução, liberdade, ser- -humano-como-amor 

    Abstract Evolution has been one of the main challenges for the dialogue between faith and science. If the world evolved by chance and necessity, is there room for God’s action? If not, does God exist? Is ‘chance’ more than mere randomness? In the dialogue between faith and science, ‘chance’ also means an opportunity for the emergence of novelty. If such is designated as ‘contingent chance’, faith and science in dialogue interpret this apparent pleonasm as ‘creative relational condition’ at the basis of a world in evolution. In what concerns the relationship between God’s action and evolution, the key reading proposed is: if God loved and, thus, created, could the world wanted to reply to that love and, therefore, evolved? If we understand evolution as the natural world’s response to God’s love, a new context emerges where chance and necessity do not imply an unguided or purposeless world, but a free world within its conditions of possibility, aimed at a love which purpose is to arrive at a full communion with God. Keywords : being-human-as-love, chance, Chiara Lubich, contingency, evolution, freedom, John Zizioulas
    Date Added 02/07/2015, 17:20:43
    Modified 13/07/2015, 10:01:54

    Tags:

    • being-human-as-love
    • chance, Chiara Lubich
    • contingency
    • evolution
    • Freedom
    • John Zizioulas
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