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As TIC no trabalho dos arranjos jornalísticos brasileiros alternativos à mídia hegemônica

As TIC no trabalho dos arranjos jornalísticos brasileiros alternativos à mídia hegemônica

João Augusto Moliani, Ana Flávia Marques, and Jamir Kinoshita, “As TIC no trabalho dos arranjos jornalísticos brasileiros alternativos à mídia hegemônica,” in Repensar a Imprensa no Ecossistema Digital, Ciências da Comunicação 1 (Braga: Axioma - Publicações da Faculdade de Filosofia, 2020), 165–90, https://doi.org/10.17990/Axi/2020_9789726973287_165.

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9789726973287_165

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  • As TIC no trabalho dos arranjos jornalísticos brasileiros alternativos à mídia hegemônica

    Type Book Section
    Author João Augusto Moliani
    Author Ana Flávia Marques
    Author Jamir Kinoshita
    URL https://doi.org/10.17990/Axi/2020_9789726973287_165
    Rights © 2020 Aletheia - Associação Científica e Cultural
    Series Ciências da Comunicação
    Place Braga
    Publisher Axioma - Publicações da Faculdade de Filosofia
    Pages 165-190
    ISBN 978-972-697-327-0
    Date 2020
    Extra ICT in the Work of Brazilian Journalistic Arrangements Alternative to Hegemonic Media
    Series Number 1
    Language Portuguese
    Abstract Information and communication technologies are behind the work processes of Brazilian journalistic arrangements that are alternative to hegemonic media, enabling professional practice in any time and space. We show how the communication and work relationships of these initiatives contribute to structure work activity and systematize their operating environments. The empirical corpus is the interviews with journalists representing six arrangements that make up the original study of the Research Center for Communication and Work (CPCT/ECA-USP). The methodology of the initial exploratory research (Gil, 2008) was the triangulation of methods (Jankowski & Wester, 1993; Denzin & Lincoln, 2006; Baldin & Munhoz, 2011; Figaro, 2014) which translated into snowball techniques, assessment of data, definition of analysis categories, conducting in-depth interviews and focus group discussion. In this way, we were able to assess the description of work activities through the language about work (Nouroudine, 2002) and how the production routines take place. We are focused on knowing the use that the initiatives make of technological devices, trying to understand what are the virtual spaces occupied, who participates in this network and the ways in which the work is distributed. This study starts from the binomial communication and the world of work through the perspective of social ontology (Lukács, 2012) permeating the concept of ergology (Schwartz & Durrive, 2007), which shows that work is always an unprecedented activity, giving it a character human, always creator, producer of goods and renormalizer of prescriptions and antecedent norms (Figaro, 2008).
    Book Title Repensar a Imprensa no Ecossistema Digital
    Date Added 12/14/2020, 5:50:53 PM
    Modified 12/14/2020, 6:20:47 PM

    Tags:

    • alternative arrangements,
    • communication,
    • hegemonic media,
    • information and communication technologies,
    • world of work

    Notes:

    • Antunes, R. (2009). Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo.
      Antunes, R. (2018). O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo.
      Baldin, N. & Munhoz, E. (2011). Snowball (bola de neve): uma técnica metodológica para pesquisa em educação ambiental comunitária, in X Congresso Nacional de Educação-Educere/I Seminário Internacional de Representações Sociais, Subjetividade e Educação-Sirsse, PUC-PR, Curitiba.
      Carbasse, R. (2015). Tino para os negócios e bom jornalismo: a figura do jornalista empreendedor nos debates sobre o futuro da profissão. Brazilian Journalism Research, vol 11, nº 1, 262-283.
      Ceravolo, H. & Terra, M. (2014). O mundo em movimento: reportagens especiais de operamundi. São Paulo: Alameda.
      Dardot, P. & Laval, C. (2016). A nova razão do mundo – Ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo.
      Denzin, N. & Lincoln, Y. (2006). O planejamento da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Penso.
      Durand, J. (2003). A refundação do trabalho no fluxo tensionado. Tempo Social, vol. 15, nº 1, 139-158.
      Figaro, R. (2009). Comunicação e trabalho: binômio teórico produtivo para as pesquisas de recepção. Mediaciones Sociales, nº 4, 23-49.
      Figaro, R. (2011). A abordagem ergológica e o mundo do trabalho dos comunicadores. Trabalho, Educação, Saúde, vol. 9, nº 1, 285-297.
      Figaro, R. (2014). A triangulação metodológica em pesquisas sobre a comunicação no mundo do trabalho. Fronteiras – Estudos midiáticos, vol. 16, nº 2, 124-131.
      Figaro, R.; Pachi Filho, F. & Moliani, J. (2018). Narratividade e autoria na pesquisa em comunicação alternativa no Brasil. Matrizes, vol. 12, nº 3, 143-163.
      Figaro, R. et al. (2018). As relações de comunicação e as condições de produção no trabalho de jornalistas em arranjos econômicos alternativos às corporações de mídias. São Paulo: ECA-USP.
      Figaro, R. & Marques, A. F. (2020). A comunicação como trabalho no capitalismo de plataforma: o caso das mudanças no jornalismo. Contracampo, vol. 39, nº 1, 101-115.
      Gil, A. (2008). Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas.
      Handcock, M. & Gile, K. (2011). On the concept of snowball sampling. Cornell University Library.
      Jankowski, N. & Wester, F. (1993). La tradición cualitativa en la investigación sobre las ciencias socials: contribuciones a la comunicación de masa, in Jensen & Jankowski (ed.). Metodologias cualitativas de investigación en comunicación de masas. Barcelona: Bosch.
      Lukács, G. (2012). Para uma ontologia do ser social I. São Paulo: Boitempo.
      Maingueneau, D. (2001). Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez.
      Minayo, M. (2008). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo/Rio de Janeiro: Hucitec/ABRASCO.
      Nouroudine, A. (2002). A linguagem: dispositivo revelador da complexidade do trabalho, in Souza-e-Silva & Faïta (org.). Linguagem e trabalho: construção de objetos de análise no Brasil e na França. São Paulo: Cortez.
      Schwartz, Y. (2000). Trabalho e uso de si. Pro-Posições, vol. 11, nº 2, 34-50.
      Schwartz, Y. (2011). Conceituando o trabalho, o visível e o invisível. Trabalho, Educação, Saúde, vol. 9, nº 1, 19-45.
      Schwartz, Y. & Durrive, L. (2007). Trabalho e ergologia. Niterói: Universidade Federal Fluminense.
      Suzigan, W. et al. (2004). Clusters ou sistemas locais de produção: mapeamento, tipologia e sugestões de políticas. Economia Política, vol. 24, nº 4, 548-570.

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