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The Consequence Argument and the Definition of Determinism

The Consequence Argument and the Definition of Determinism

Christopher Hughes, “The Consequence Argument and the Definition of Determinism,” Revista Portuguesa de Filosofia 71, no. 4 (2015): 705–24, DOI 10.17990/rpf/2015_71_4_0705.

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137140705

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  • The Consequence Argument and the Definition of Determinism

    Type Journal Article
    Author Christopher Hughes
    Rights © 2015 Aletheia - Associação Científica e Cultural | © 2015 Revista Portuguesa de Filosofia
    Volume 71
    Issue 4
    Pages 705-724
    Publication Revista Portuguesa de Filosofia
    ISSN 0870-5283; 2183-461X
    Date 2015
    DOI 10.17990/rpf/2015_71_4_0705
    Language English
    Abstract

    Resumo: Peter van Inwagen no seu livro An Essay of Free Will e, no mais recente texto, “The Consequence Argument”, formulou várias versões do seu “argumento de consequência”. Van Inwagen construiu este argumento para defender a incompatibilidade entre o determinismo e o livre arbítrio. Todavia, nós defendemos que a mais recente formulação do argumento da consequência não garante, na sua presente forma, a incompatibilidade entre o determinismo e o livre arbítrio. Embora, o argumento possa ser reformulado, para alcançar a finalidade da incompatibilidade, não parece haver um modo claro de o transformar em um argumento coerente para defender incompatibilidade entre o determinismo e o livre arbítrio (ou mesmo, entre a incompatibilidade do determinismo e o livre arbítrio humano). Por fim, concluímos que para alcançar essa coerência, que garanta a incompatibilidade entre o determinismo e o livre-arbítrio, é necessária uma redefinição do determinismo, substancialmente diferente daquela proposta por van Inwagen. 

    Palavras-chave: argumento da consequência, determinismo, livre arbítrio, metafísica, van Inwagen 

    Abstract: In An Essay on Free Will, and in the much later “The Consequence Argument” Peter van Inwagen formulated various versions of what he calls “the consequence argument”. van Inwagen has described the consequence argument as an argument for the incompatibility of determinism with free will. But, I argue, the latest formulation of the consequence argument is not, as it stands, an argument for the incompatibility of determinism with free will. Although it can be turned into one, there does not seem to be any straightforward way of turning it into a cogent argument for the incompatibility of determinism with free will (or even, for the incompatibility of determinism with human free will). I suggest that if we want to construct a cogent argument for the incompatibility of determinism with free will, our best bet is to start with a definition of determinism substantially different from van Inwagen’s. 

    Keywords: consequence argument, determinism, free will, metaphysics, van Inwagen

    Date Added 28/07/2015, 12:02:48
    Modified 10/12/2015, 15:26:33

    Tags:

    • consequence argument,
    • determinism,
    • free will,
    • metaphysics,
    • van Inwagen

    Notes:

    • Dorothy Edgington, “Two Kinds of Possbility”, Aristotelian Society Supplementary Volume, v. 78,  no. 1 (2004), pp. 1-22

       

      Peter van Inwagen, An Essay on Free Will, Oxford: Clarendon Press, 1983

       

      ______________________, “The Mystery of Metaphysical Freedom”, in P. van Inwagen, and D. Zimmerman, Metaphysics: The Big Questions, Oxford: Blackwell, 1998 (also e-accessible on: http://andrewmbailey.com/pvi/)

       

      _____________________,  The Consequence Argument”, in P. van Inwagen and D. Zimmerman, Metaphysics: The Big Questions 2nd edition, Oxford: Blackwell, 2008 (e-accessible on http://andrewmbailey.com/pvi/.)

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